EUA ameaçam ministros do STF com sanções pela Lei Magnitsky se apoiarem Moraes

O subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, fez um alerta duro — e público — aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): aqueles que apoiarem Alexandre de Moraes, já sancionado pela Lei Magnitsky, correm risco de serem incluídos em medidas semelhantes. A fala foi dada em post oficial no X, ligado ao Departamento de Estado.

SERGIO LIMA/AFP via Getty Images

Beattie classificou Moraes como o principal responsável por um “complexo de perseguição e censura” direcionado a apoiadores de Bolsonaro. Segundo ele, os aliados do ministro devem evitar encorajar ou servir de suporte às suas ações.


O que está em jogo

  • Expansão da Lei Magnitsky: A advertência é interpretada como uma tentativa de estender os efeitos das sanções além de Moraes, atingindo figuras institucionais que se envolvem em sua defesa.
  • Sistema financeiro em alerta: Bancos brasileiros estão em estado de atenção máxima, avaliando possíveis impactos na condução de operações internacionais.

Repercussão interna

  • No STF, 7 dos 11 ministros já se manifestaram em defesa de Moraes, incluindo discursos oficiais ou participações no jantar realizado por Lula.
  • O ministro Edson Fachin alertou que a sanção norte-americana configura uma “interferência indevida” sobre a independência da Corte.

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Fotógrafo, Cineasta e Repórter.

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