O subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, fez um alerta duro — e público — aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): aqueles que apoiarem Alexandre de Moraes, já sancionado pela Lei Magnitsky, correm risco de serem incluídos em medidas semelhantes. A fala foi dada em post oficial no X, ligado ao Departamento de Estado.

Beattie classificou Moraes como o principal responsável por um “complexo de perseguição e censura” direcionado a apoiadores de Bolsonaro. Segundo ele, os aliados do ministro devem evitar encorajar ou servir de suporte às suas ações.
O que está em jogo
- Expansão da Lei Magnitsky: A advertência é interpretada como uma tentativa de estender os efeitos das sanções além de Moraes, atingindo figuras institucionais que se envolvem em sua defesa.
- Sistema financeiro em alerta: Bancos brasileiros estão em estado de atenção máxima, avaliando possíveis impactos na condução de operações internacionais.
Repercussão interna
- No STF, 7 dos 11 ministros já se manifestaram em defesa de Moraes, incluindo discursos oficiais ou participações no jantar realizado por Lula.
- O ministro Edson Fachin alertou que a sanção norte-americana configura uma “interferência indevida” sobre a independência da Corte.
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