Em 1º de junho de 2025, a Ucrânia executou a “Operação Teia de Aranha”, considerada a mais audaciosa desde o início da guerra. Agentes do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) infiltraram-se na Rússia e transportaram 117 drones explosivos escondidos em caminhões comerciais. Esses drones foram lançados simultaneamente contra quatro bases aéreas russas, incluindo uma em Belaya, na Sibéria, a quase 5.000 km da fronteira ucraniana. Segundo Kiev, o ataque resultou na destruição de até 41 aeronaves, incluindo bombardeiros estratégicos Tu-95 e Tu-22M3, representando cerca de um terço da frota de longo alcance da Rússia.

Os drones, equipados com inteligência artificial, foram programados para identificar e atingir alvos específicos, como os tanques de combustível das aeronaves. Após o lançamento, os contêineres que os transportavam se autodestruíram para eliminar evidências. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, afirmou que a operação foi planejada por mais de um ano e a descreveu como um marco histórico na guerra.
A operação destaca a evolução tecnológica e estratégica da Ucrânia no conflito, demonstrando sua capacidade de realizar ataques coordenados e de longo alcance em território russo.
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