Em 1º de junho de 2025, a Ucrânia executou a “Operação Teia de Aranha”, seu maior ataque com drones contra bases aéreas russas desde o início da guerra. Utilizando 117 drones lançados de caminhões camuflados dentro do território russo, a ofensiva atingiu cinco bases aéreas em regiões como Murmansk, Irkutsk, Ivanovo, Ryazan e Amur. Segundo o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), mais de 40 aeronaves russas foram destruídas, incluindo bombardeiros estratégicos Tu-95, Tu-22M3 e aeronaves de reconhecimento A-50. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, descreveu a operação como “brilhante” e afirmou que ela levou 18 meses para ser planejada e executada.

Em resposta, a Rússia lançou um ataque aéreo massivo contra a Ucrânia, utilizando 479 armas aéreas, incluindo 472 drones Shahed, além de mísseis balísticos e de cruzeiro. As defesas ucranianas conseguiram interceptar 385 desses alvos. Os ataques russos causaram danos em várias regiões ucranianas, embora não haja relatos de vítimas até o momento.
Esses eventos ocorrem em meio a uma nova rodada de negociações de paz entre Ucrânia e Rússia, marcada para 2 de junho em Istambul. Apesar da escalada dos confrontos, as partes continuam buscando uma solução diplomática para o conflito.
A “Operação Teia de Aranha” representa um marco na guerra, demonstrando a capacidade da Ucrânia de realizar ataques coordenados e de longo alcance no território russo, enquanto a Rússia intensifica suas ofensivas aéreas em resposta.
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