A Polícia Federal afirma, em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal, possuir “indícios veementes” de que o empresário Daniel Vorcaro foi o líder de uma organização criminosa voltada à captação ilícita de recursos. As informações foram obtidas pela coluna de Fábio Serapião e detalham o andamento da investigação sobre a tentativa de compra do cartão Master pelo BRB (Banco de Brasília).

📜 Detalhes da Investigação e Pedido à Justiça
A PF enviou em 15 de janeiro um pedido ao ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, solicitando a prorrogação por 60 dias do inquérito. A justificativa para o pedido, que foi deferido pelo ministro, inclui:
- A necessidade de concluir a análise do grande volume de material apreendido na Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025. Esse material inclui cerca de 300 itens, entre 10 celulares, vários computadores e mais de 8 terabytes de dados em HDs.
- Apesar dos “indícios veementes” já obtidos sobre a liderança de Vorcaro, a PF argumenta que ainda é necessário esclarecer a participação e os vínculos de cada integrante da suposta organização.
⚖️ A Defesa e o Contexto do Caso
Em resposta à coluna, a defesa de Daniel Vorcaro negou a existência de qualquer irregularidade. Em nota, afirmou que o empresário “segue colaborando integralmente com as autoridades competentes” e que confia que a análise dos documentos “afastará interpretações que não refletem a realidade”.
As investigações tiveram origem após o Banco Central apontar irregularidades na tentativa de compra do Master pelo BRB. Recentemente, novas buscas foram realizadas em 14 de janeiro contra Vorcaro, seus familiares e o empresário João Carlos Mansur, ex-dono da Reag Investimentos.
Espero que este resumo tenha sido útil para esclarecer os novos desdobramentos deste caso. Para acompanhar a cobertura completa e os próximos passos da investigação, recomendo seguir as atualizações na coluna original do UOL.
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