A Polícia Civil de Santa Catarina informou que dois dos quatro adolescentes investigados pela morte do cão Orelha, em Florianópolis, retornaram dos Estados Unidos e tiveram seus telefones celulares apreendidos ainda no Aeroporto Internacional da cidade. A medida, determinada pela Vara da Infância e Juventude, visa à extração de dados dos aparelhos como parte das investigações.

Os jovens haviam viajado para os EUA após o crime ocorrido na Praia Brava, mas anteciparam seus voos de retorno ao Brasil, movimento monitorado em conjunto pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. Além da apreensão, os adolescentes já foram intimados a prestar depoimento.
🔍 Detalhes da Operação e Andamento das Investigações
A ação foi realizada em uma sala restrita do aeroporto para garantir a segurança e a privacidade dos envolvidos. A polícia busca evidências digitais que possam esclarecer o caso, que corre sob sigilo judicial por envolver menores de idade.
As investigações, conduzidas pela Delegacia de Proteção Animal (DPA) e pela Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE), também analisam imagens de câmeras de segurança e depoimentos. A polícia apura ainda uma possível participação ou coação de adultos no caso, sendo que três parentes dos adolescentes já foram indiciados por suposta intimidação a uma testemunha.
O caso do cão Orelha, mascote local que foi encontrado gravemente ferido e não resistiu, gerou grande comoção nacional, reacendendo o debate sobre a legislação de maus-tratos a animais no Brasil.
Este é mais um desdobramento de um caso que segue sob forte vigilância das autoridades e da opinião pública.
MINHA CAPITAL Notícias, dicas e muito mais – Brasília!