A Polícia Civil de Goiás detalhou a suposta dinâmica do crime que resultou na morte da corretora Daiane Alves Souza, 43 anos, cujo corpo foi encontrado em uma mata de Caldas Novas. Segundo as investigações, o crime foi uma emboscada premeditada arquitetada pelo síndico do condomínio onde a vítima residia, Cléber Rosa de Oliveira, com possível ajuda de seu filho.

Para facilitar o entendimento, a tabela abaixo resume os principais pontos da investigação:
| Elemento do Crime | Detalhes Apurados pela Polícia |
|---|---|
| Vítima | Daiane Alves Souza, 43 anos, corretora. Tinha 12 processos judiciais contra o síndico. |
| Principal Suspeito | Cléber Rosa de Oliveira, síndico do condomínio Amethist Tower. |
| Motivação Suspeita | Conflitos decorrentes dos múltiplos processos movidos pela vítima contra o síndico. |
| Tática da Emboscada | Corte proposital de energia no apartamento de Daiane para atraí-la ao subsolo. |
| Momento do Crime | Aproximadamente 19h do dia 17 de dezembro de 2025, no subsolo do prédio. |
| Ocultação de Provas | Uso das escadas (sem câmeras) para remover o corpo; corte de 2 min nas filmagens. |
| Local do Corpo | Área de mata em Caldas Novas, para onde o síndico levou os policiais. |
| Outro Envolvido | Michael (filho do síndico), preso por suspeita de obstruir a investigação. |
| Crimes Imputados | Cléber: homicídio e ocultação de cadáver. |
🔍 A Sequência do Crime e a Ocultação
De acordo com a polícia, o síndico teria utilizado um problema recorrente no fornecimento de energia do apartamento de Daiane como isca. No dia 17 de dezembro, por volta das 19h, ele desligou o disjuntor, fazendo com que a corretora descesse ao subsolo. Lá, ele a abordou enquanto ela filmava os relógios com seu celular.
O assassinato, segundo a reconstituição, ocorreu em um intervalo de aproximadamente oito minutos. Para não ser flagrado, Cléber teria evitado os elevadores e usado as escadas do prédio, que não tinham cobertura de câmeras, para retirar o corpo. As investigações também apontam para uma possível manipulação das imagens de segurança, já que há um corte de dois minutos nas gravações do subsolo no horário do crime.
⚖️ Conclusões e Próximos Passos da Investigação
Apesar de não ter confessado formalmente, o gesto de levar os agentes até o local onde abandonou o cadáver é considerado pela polícia como uma admissão prática de envolvimento. A polícia concluiu que o síndico tinha “meios, modos e motivos” para cometer o crime, fundamentados no histórico de conflitos com a vítima.
O filho do síndico, Michael, foi preso sob suspeita de obstrução da investigação, acusado de trocar o celular do pai e tomar outras ações para atrapalhar o trabalho policial. As conclusões finais, no entanto, aguardam a finalização dos laudos periciais e do inquérito policial, que validarão todas as hipóteses apresentadas.
Espero que esta síntema tenha esclarecido os detalhes deste caso trágico e complexo. A cobertura jornalística deve acompanhar os desdobramentos, especialmente após a conclusão dos laudos.
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