A líder da oposição na Venezuela e vencedora do Prêmio Nobel da Paz 2025, María Corina Machado, conseguiu chegar a Oslo, na Noruega, depois de uma operação clandestina extremamente arriscada que a retirou de seu país, onde estava escondida e sob ameaça do governo de Nicolás Maduro. A missão, chamada “Operação Dinamite Dourada”, foi liderada por uma equipe privada e envolveu disfarces, trajetos marítimos perigosos e um voo internacional para permitir que ela participasse da cerimônia apesar das restrições impostas pelo regime venezuelano.

🚤 1. Estratégia de extração e disfarces em alto risco
A operação teve início com deslocamentos terrestres discretos, levando Machado da sua localização secreta até um ponto de embarque. Para evitar detecção pelas autoridades venezuelanas, ela utilizou disfarces, incluindo peruca, e viajou por mar em condições adversas — com **ondas altas e escuridão total — passando por dois barcos antes de alcançar águas mais seguras. A missão durou cerca de 15 a 16 horas, segundo relato do líder da equipe de resgate.
🌊 2. Equipamentos e logística clandestina
A operação foi organizada pela Grey Bull Rescue Foundation, uma organização privada liderada pelo veterano das forças especiais americanas Bryan Stern. A equipe construiu infraestrutura no Caribe, especialmente na Venezuela e regiões próximas, para apoiar a missão e resgatar pessoas em perigo. Embora Graves especulações tenham surgido sobre envolvimento dos Estados Unidos, Stern afirmou que a missão foi financiada por doadores privados, não por fundos governamentais.
✈️ 3. A chegada a Oslo e recepção familiar
Após enfrentar condições difíceis no mar, Machado foi levada a terra firme, onde embarcou em um avião que a transportou para Oslo, onde sua família a esperava — incluindo seus filhos, que ela não via havia dois anos. Mesmo tendo chegado apos a cerimônia oficial de entrega do Nobel da Paz, sua chegada foi saudada por apoiadores e recebeu grande atenção internacional, marcando um momento simbólico tanto para ela quanto para a oposição venezuelana.
🕊️ 4. Contexto político e repercussões
Machado, de 58 anos, foi impedida de sair da Venezuela por ordens do regime de Maduro e passou um período em clandestinidade desde 2024. Sua luta política inclui críticas contundentes ao governo chavista e esforços pela promoção de direitos democráticos e transição pacífica no país. A missão de resgate ocorreu em um contexto de forte repressão política na Venezuela, e sua coragem ao enfrentar riscos consideráveis foi destacada por aliados e organizações de direitos humanos ao redor do mundo.
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