quarta-feira , 21 outubro 2020
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Espaço Fotografia e Astronomia

Olá a todos,

Leo Caldas, Fotografia e Astronomia
Leo Caldas, Fotografia e Astronomia

Meu nome é Leonardo Caldas e sou o fotógrafo responsável pelo Facebook e Instagram @Fotografiaeastronomia.

Pratico astrofotografia a mais de 8 anos e neste espaço, sem trocadilho, do portal Minha Capital você irá encontrar várias informações a respeito dos temas relacionados aos astros, o
que ver no céu no intervalo de tempo em questão e como registrar fotograficamente estes corpos celestes, com dicas técnicas de fotografia, equipamentos e locações para estes registros.

Os comentários estão abertos e todos são bem vindos para construir uma coluna cada vez mais interessante para os amantes e admiradores do céu. Nesta coluna inicial gostaria de fazer uma introdução do histórico da astrofotografia e seus estilos.

A Astrofotografia é um ramo da Fotografia que se especializou em retratar os corpos celestes e grandes áreas do céu noturno e diurno. A primeira fotografia de um corpo celeste, no caso a Lua, foi feita em 1840, mas foi somente no final do séc. XIX que a tecnologia permitiu o desenvolvimento da astrofotografia, expandindo as suas utilizações inclusive científicas.

Ela é dividida em três estilos:

1- Céu profundo – imagens tomadas com o uso de um telescópio de objetos além de nosso próprio sistema solar. Estas são as imagens impressionantes que você vê de galáxias distantes e nebulosas e é a forma mais técnica e mais difícil de astrofotografia.

2- Planetária – estas são imagens dos planetas, luas e sol de nosso próprio sistema solar. Mais uma vez as imagens são, na sua maioria, fotografada através de telescópios, mas uma super teleobjetiva em uma câmera DSLR também pode lhe dar um bom resultado.

3- Paisagística – Fotografia de corpos celestes em meio a própria paisagem onde eles podem ser o objeto principal ou mesmo ajudar a compor a foto sendo mais um elemento. Nas próximas colunas iremos nos aprofundar em cada um destes estilos.

O que ver no Céu? Janeiro de 2019

A partir do dia 1 de Janeiro até o dia 4 de Janeiro a Lua Minguante estará em conjunção com os planetas Vênus, Júpiter e Mercúrio no final da madrugada. Vale muito acordar antes do sol nascer para ver este espetáculo no céu.

No dia 6 de Janeiro acontece um eclipse parcial do Sol mas só será visível em algumas
partes da Ásia.

Lua e Marte estarão em conjunção no dia 12 de Janeiro separados por 4 graus (aproximadamente dois dedos de largura esticados).

No dia 21 de janeiro o evento mais esperado do mês, um eclipse total da Lua visto em todo o território nacional e que terá início já na madrugada as 1:33 em Brasília com auge iniciando as 2:41 (lua cheia fica avermelhada) e toda a fase parcial só acaba as 4:50 da madrugada. Quem ficar acordado não se arrependerá, bastando torcer para o clima ajudar.

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