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	<title>Brasil &#8211; MINHA CAPITAL</title>
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	<description>Notícias, dicas e muito mais - Brasília!</description>
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		<title>Copom se reúne nesta semana com mercado dividido sobre a Selic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[equipemc]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitê do Banco Central decide a taxa de juros na quarta-feira (4). A Selic está em 13,75%, e parte do mercado aposta em manutenção após cinco cortes seguidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta terça (3) e quarta-feira (4) para definir a taxa básica de juros. A Selic está em 13,75% ao ano, depois de uma sequência de cinco cortes, e o mercado chega à reunião sem consenso sobre o próximo passo.</p>
<h2>O que o mercado espera</h2>
<ul>
<li><strong>Opções na B3:</strong> em 28 de outubro, os contratos indicavam 66,5% de chance de manutenção e 32% de corte de 0,25 ponto.</li>
<li><strong>Pesquisa com economistas:</strong> levantamento da Bloomberg feito entre 27 e 29 de outubro, com 18 economistas, mostrou 10 prevendo manutenção e 8 prevendo corte para 13,50%.</li>
</ul>
<h2>O peso do dólar</h2>
<p>A reunião ocorre depois de uma semana de alta forte da moeda americana. O dólar fechou a R$ 5,44 em 30 de outubro, com a maior alta semanal desde 2008, segundo a Agência Brasil. O câmbio mais alto encarece produtos importados e insumos, o que pode pressionar os preços.</p>
<h2>Por que isso importa</h2>
<p>A Selic serve de referência para os juros de empréstimos, financiamentos e cartões, e também influencia o rendimento de aplicações de renda fixa. A decisão deve ser divulgada ao fim da reunião, na quarta-feira.</p>
<p><em>Com informações de Sou Brasília, Bloomberg Línea e Agência Brasil.</em></p>
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		<title>Senado marca para terça-feira a votação da PEC da Segurança Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[equipemc]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta precisa de 49 votos em cada um dos dois turnos. Se o Senado mudar o mérito do texto, ele volta para a Câmara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado deve votar nesta terça-feira (3), às 16h, a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025), segundo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre. A proposta, de autoria do Poder Executivo, foi aprovada na Câmara por 461 votos a 14 no segundo turno e passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em 14 de outubro.</p>
<h2>O que diz o texto</h2>
<ul>
<li><strong>Susp na Constituição:</strong> inclui o Sistema Único de Segurança Pública no texto constitucional.</li>
<li><strong>Competências:</strong> redistribui atribuições na área de segurança.</li>
<li><strong>Facções e milícias:</strong> prevê regime mais rígido para líderes desses grupos, com cumprimento de pena em presídio de segurança máxima.</li>
</ul>
<h2>Como será a votação</h2>
<p>Por ser uma mudança na Constituição, a PEC precisa do voto de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada um dos dois turnos. A votação ocorre em calendário especial, aprovado por requerimento.</p>
<p>O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), acatou 4 das 81 emendas apresentadas na CCJ. Outras cinco foram protocoladas para o Plenário, algumas delas sobre a maioridade penal.</p>
<h2>O que acontece depois</h2>
<p>Se o Senado alterar o mérito do texto, a proposta volta para nova análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p><em>Com informações de Sou Brasília e Agência Senado.</em></p>
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		<item>
		<title>Biometria facial será obrigatória para contratar e manter linha de celular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[equipemc]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 19:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia]]></category>
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					<description><![CDATA[Regra da Anatel será gradual, a partir de 2027. Linhas antigas têm até janeiro de 2029 para regularização e podem ser suspensas e canceladas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a obrigatoriedade da validação biométrica para contratar e manter linhas de celular. O objetivo é coibir fraudes, já que o titular passa a ser identificado por reconhecimento facial com prova de vida, comparado a bases de dados públicas ou privadas.</p>
<h2>Os prazos</h2>
<ul>
<li><strong>30 de setembro de 2027:</strong> novas contas pré-pagas.</li>
<li><strong>31 de dezembro de 2027:</strong> novas ativações pós-pagas, portabilidade, troca de chip e alterações cadastrais ou contratuais.</li>
<li><strong>Janeiro de 2029:</strong> contas antigas ainda não cadastradas.</li>
</ul>
<h2>Como vai funcionar</h2>
<p>A validação deve estar disponível nas lojas das operadoras, em sites e aplicativos. Se a biometria não for possível, a norma exige procedimentos alternativos para identificar o titular. Linhas não regularizadas poderão ser suspensas e canceladas.</p>
<p>Atenção a golpes: desconfie de links recebidos por mensagem pedindo sua foto ou seus dados. Use os canais oficiais da operadora.</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil e da Anatel.</em></p>
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		<title>Terceira edição do Concurso Nacional Unificado pode ter até 3 mil vagas em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[equipemc]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 19:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério da Gestão confirma a expectativa, mas o edital depende da aprovação do Orçamento pelo Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pretende fazer concurso em 2027 já pode começar a se organizar. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou que há expectativa de um novo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) no próximo ano, com até 3 mil vagas.</p>
<h2>O que ainda falta</h2>
<p>A realização depende da aprovação, pelo Congresso, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) com espaço fiscal para novas vagas. Ainda não há edital nem data de prova.</p>
<h2>A proposta para o futuro</h2>
<p>Em nota, o MGI afirma que a ideia é tornar o concurso um processo permanente, com edições em ciclos regulares, idealmente a cada dois anos. Conhecido como &#8220;Enem dos Concursos&#8221;, o certame foi criado em 2023 para centralizar a seleção de servidores do Executivo federal e levar as provas a mais cidades.</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</em></p>
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		<title>Vale-refeição e vale-alimentação devem funcionar em qualquer maquininha a partir de 7 de novembro</title>
		<link>https://minhacapital.com.br/vale-refeicao-alimentacao-qualquer-maquininha-7-novembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[equipemc]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 19:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Vale-refeição]]></category>
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					<description><![CDATA[Novas regras do PAT limitam taxas e encurtam o repasse às lojas. O valor do benefício não muda, e o setor de bares diz que os sistemas ainda não estão prontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cartões de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) têm mudança prevista para o próximo dia 7 de novembro: cartões de diferentes operadoras deverão ser aceitos em qualquer maquininha habilitada para esse tipo de pagamento. A medida conclui a transição iniciada em maio, após o decreto que atualizou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).</p>
<h2>O que muda</h2>
<ul>
<li><strong>Para o trabalhador:</strong> mais lugares onde usar o benefício, sem depender da operadora do cartão.</li>
<li><strong>Taxa máxima de 3,6%</strong> cobrada dos estabelecimentos nas transações do PAT.</li>
<li><strong>Tarifa de intercâmbio</strong> limitada a 2%.</li>
<li><strong>Repasse às lojas</strong> em até 15 dias corridos.</li>
</ul>
<h2>O que não muda</h2>
<ul>
<li>O valor pago pela empresa não aumenta nem diminui automaticamente.</li>
<li>O benefício continua restrito à alimentação: VR para refeições prontas, VA para compra de alimentos.</li>
<li>Nenhum comércio é obrigado a aceitar. A regra vale para quem está habilitado.</li>
</ul>
<h2>Pode atrasar na prática</h2>
<p>A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) afirma que os sistemas das empresas ainda não estão totalmente integrados. Parte das regras também é questionada na Justiça por operadoras. Por isso, nos primeiros dias, vale perguntar antes de pagar.</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil.</em></p>
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		<title>Hospital de Base realiza primeiro transplante de medula óssea e marca avanço histórico na saúde pública do DF</title>
		<link>https://minhacapital.com.br/hospital-de-base-realiza-primeiro-transplante-de-medula-ossea-e-marca-avanco-historico-na-saude-publica-do-df/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 15:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Procedimento amplia as possibilidades de tratamento de pacientes com câncer no sangue e representa uma nova etapa na assistência especializada pelo SUS em Brasília. O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) alcançou um marco importante na saúde pública da capital. A unidade realizou seu primeiro transplante de medula óssea, ampliando o acesso a tratamentos &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Procedimento amplia as possibilidades de tratamento de pacientes com câncer no sangue e representa uma nova etapa na assistência especializada pelo SUS em Brasília.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="701" src="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM-1024x701.jpeg" alt="" class="wp-image-19907" srcset="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM-1024x701.jpeg 1024w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM-300x206.jpeg 300w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM-768x526.jpeg 768w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM-1536x1052.jpeg 1536w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM-110x75.jpeg 110w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-10-20-at-5.19.14-PM.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) alcançou um marco importante na saúde pública da capital. A unidade realizou seu primeiro transplante de medula óssea, ampliando o acesso a tratamentos de alta complexidade para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento aconteceu no dia 8 de outubro e foi divulgado nesta segunda-feira (26). O primeiro beneficiado foi o comerciante Carlos França Pereira, de 54 anos, diagnosticado com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que afeta a medula óssea.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento especializado mais próximo dos pacientes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A modalidade implantada no Hospital de Base é conhecida como transplante autólogo, procedimento que utiliza células-tronco do próprio paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até então, pessoas que necessitavam desse tratamento eram encaminhadas à Central Estadual de Transplantes, que distribuía as vagas entre instituições habilitadas no Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a implantação do serviço, o Hospital de Base passa a oferecer uma nova alternativa de atendimento, com possibilidade de reduzir o tempo de espera e garantir maior continuidade no acompanhamento médico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Expectativa de até quatro transplantes por mês</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão inicial é realizar de dois a quatro procedimentos mensais, especialmente para pacientes com mieloma múltiplo e determinados tipos de linfoma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço representa uma conquista importante para a rede pública de saúde do Distrito Federal, especialmente para famílias que enfrentam longos períodos de tratamento contra o câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da capacidade de atendimento especializado também reforça a importância de investimentos contínuos em equipamentos, profissionais e infraestrutura hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redação Minha Capital</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasília, 26 de outubro de 2026.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caso Master: Mendonça Libera Dados de &#8220;Sicário&#8221; Morto e Relata Proposta de &#8220;Delação Seletiva&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danillo Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou durante julgamento na terça-feira (16) que autorizou a quebra do sigilo dos dados armazenados na nuvem de Luiz Felipe Machado de Moraes Mourão, conhecido como &#8220;Sicário&#8221;, um dos alvos da Operação Compliance Zero que investiga as fraudes do Banco Master. Mourão foi encontrado morto enquanto &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou durante julgamento na terça-feira (16) que autorizou a quebra do sigilo dos dados armazenados na nuvem de Luiz Felipe Machado de Moraes Mourão, conhecido como &#8220;Sicário&#8221;, um dos alvos da Operação Compliance Zero que investiga as fraudes do Banco Master. Mourão foi encontrado morto enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).</strong><br></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-23-1024x768.png" alt="" class="wp-image-15493" srcset="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-23-1024x768.png 1024w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-23-300x225.png 300w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-23-768x576.png 768w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-23.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão de Mendonça ocorreu no mesmo julgamento em que a Segunda Turma do STF manteve as prisões preventivas de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. O ministro também afirmou ter rejeitado uma proposta de &#8220;delação seletiva&#8221; apresentada por um dos advogados de defesa, classificando a abordagem como algo que &#8220;perdeu o pudor&#8221;.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que aconteceu</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento na Segunda Turma do STF foi convocado para analisar recursos da defesa de Henrique e Felipe Vorcaro contra suas prisões preventivas, decretadas no âmbito da investigação do escândalo do Banco Master. Os advogados argumentavam que as operações financeiras apontadas eram regulares e que não haveria elementos atuais que justificassem a manutenção da prisão.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A liberação dos dados de &#8220;Sicário&#8221;:</strong> Mendonça informou que, inicialmente, havia determinado a preservação do iCloud de Luiz Felipe Mourão. No entanto, nesta semana, autorizou a quebra do sigilo para que a PF tenha acesso ao conteúdo. &#8220;Vamos ver o que virá de lá, que deixou a irmã do Sicário passando mal&#8221;, disse o ministro, referindo-se à like Joana Mourão, que já havia demonstrado preocupação com o conteúdo que poderia ser revelado.</li>



<li><strong>Morte sob custódia:</strong> &#8220;Sicário&#8221; era um dos alvos da Operação Compliance Zero e foi encontrado morto enquanto estava sob custódia da PF. A liberação de seus dados digitais pode trazer novas revelações sobre o funcionamento do esquema de fraudes do Master.</li>



<li><strong>A &#8220;delação seletiva&#8221; recusada:</strong> Durante a sessão, Mendonça afirmou que um advogado de defesa lhe propôs uma &#8220;delação seletiva&#8221; – um acordo que beneficiaria apenas parte dos envolvidos, sem revelar toda a trama criminosa. &#8220;Perderam o pudor. &#8216;Queremos fazer uma delação seletiva&#8217;. Falaram na minha cara isso&#8221;, relatou o ministro, que respondeu: &#8220;Não faço questão de delação. Agora, delação seletiva, comigo não.&#8221;</li>



<li><strong>Novos desdobramentos à vista:</strong> Mendonça indicou que as investigações estão longe de terminar. &#8220;Ainda estão sendo revelados. Tem mais coisa por vir&#8221;, afirmou, sugerindo que novas informações e prisões podem ser anunciadas em breve.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Principais informações</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quem é &#8220;Sicário&#8221;:</strong> Luiz Felipe Machado de Moraes Mourão era um operador financeiro ligado ao Banco Master e alvo da Operação Compliance Zero. Sua morte sob custódia gerou suspeitas e questionamentos sobre as condições de sua detenção.</li>



<li><strong>O que está na nuvem:</strong> O iCloud de &#8220;Sicário&#8221; pode conter comunicações, documentos financeiros e outros registros digitais que ajudem a entender o esquema de fraudes do Master e suas conexões com políticos e agentes públicos. A PF já havia solicitado o acesso, mas Mendonça condicionou a liberação à análise judicial.</li>



<li><strong>A decisão de Mendonça:</strong> Ao manter as prisões de Henrique e Felipe Vorcaro, o ministro rejeitou os argumentos da defesa e reforçou a gravidade do caso. A decisão foi unânime na Segunda Turma.</li>



<li><strong>A delação seletiva:</strong> O episódio expõe a tensão entre a defesa e o Judiciário. Ao recusar a &#8220;delação seletiva&#8221;, Mendonça sinaliza que não aceitará acordos que não resultem em colaboração ampla e efetiva com as investigações.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto: O Caso Master e o papel do STF</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Master entrou em colapso em 2025, deixando um rombo bilionário e milhares de investidores prejudicados. A Operação Compliance Zero, deflagrada em março de 2026, investiga um esquema de fraudes contábeis, emissão de títulos sem lastro e lavagem de dinheiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O núcleo familiar:</strong> As prisões de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo de Daniel, indicam que a investigação atinge o núcleo familiar do ex-banqueiro. A manutenção das prisões preventivas sugere que a PF e o STF consideram que eles representam risco à ordem pública ou à instrução processual.</li>



<li><strong>O papel de André Mendonça:</strong> Como relator do caso no STF, Mendonça tem sido o principal responsável por decidir sobre as medidas cautelares e o andamento das investigações. Sua postura firme, ao rejeitar a delação seletiva e ao autorizar a quebra de sigilo de &#8220;Sicário&#8221;, indica que ele pretende levar a apuração até as últimas consequências.</li>



<li><strong>Desdobramentos políticos:</strong> O escândalo do Banco Master já respingou em políticos como o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tiveram relações com Vorcaro expostas em relatórios da PF. A liberação dos dados de &#8220;Sicário&#8221; pode aprofundar essas conexões e trazer novos nomes à tona.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Resumo da notícia</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th class="has-text-align-left" data-align="left">Tema</th><th class="has-text-align-left" data-align="left">Informação</th></tr></thead><tbody><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Assunto principal</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Ministro André Mendonça autorizou a quebra de sigilo do iCloud de &#8220;Sicário&#8221; (morto sob custódia) e recusou proposta de &#8220;delação seletiva&#8221; no caso Master.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Julgamento</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Segunda Turma do STF manteve prisões preventivas de Henrique e Felipe Vorcaro (pai e primo de Daniel Vorcaro).</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>O que contém a nuvem de &#8220;Sicário&#8221;</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Possíveis provas sobre fraudes do Banco Master e suas conexões políticas; liberação pode trazer novas revelações.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Delação seletiva</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Proposta de um advogado de defesa para colaborar parcialmente foi rejeitada por Mendonça, que classificou a abordagem como &#8220;falta de pudor&#8221;.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Fala de Mendonça</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">&#8220;Ainda estão sendo revelados. Tem mais coisa por vir&#8221; – indicando novos desdobramentos.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Próximos passos</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">PF deve analisar os dados de &#8220;Sicário&#8221;; novas fases da Operação Compliance Zero são esperadas.</td></tr></tbody></table></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de André Mendonça de liberar o acesso aos dados digitais de &#8220;Sicário&#8221; é um movimento ousado que pode trazer à tona informações cruciais sobre o escândalo do Banco Master. Ao mesmo tempo, a rejeição da &#8220;delação seletiva&#8221; envia um recado claro a todos os investigados: o STF não aceitará acordos picados que não contribuam para a elucidação completa do esquema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso permanece em ebulição. A manutenção das prisões de Henrique e Felipe Vorcaro e a expectativa em torno do conteúdo da nuvem de &#8220;Sicário&#8221; mantêm a pressão sobre o núcleo da família Vorcaro e sobre os políticos que com eles se relacionaram. As palavras de Mendonça — &#8220;tem mais coisa por vir&#8221; — sugerem que o iceberg do Banco Master ainda está longe de ser totalmente revelado. A sociedade aguarda para ver se as novas evidências trarão justiça para os investidores lesados e para o sistema financeiro como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Relatório da PF Revela Rede de Influência de Vorcaro com Parlamentares e Acesso a Informações Privilegiadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danillo Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório preliminar da Polícia Federal (PF), obtido pela CNN Brasil, expõe em detalhes a teia de influência e articulação política do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. Determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a quebra de sigilo de parte das investigações revela que Vorcaro bancava viagens de luxo &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um relatório preliminar da Polícia Federal (PF), obtido pela CNN Brasil, expõe em detalhes a teia de influência e articulação política do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. Determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a quebra de sigilo de parte das investigações revela que Vorcaro bancava viagens de luxo para parlamentares, tinha acesso a informações sigilosas do Banco Central (BC) e mantinha um mapeamento detalhado das investigações contra si.</strong><br></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="888" height="592" src="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22.png" alt="" class="wp-image-15490" srcset="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22.png 888w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22-300x200.png 300w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A apuração aponta o senador Ciro Nogueira (PP-PI) como o político com a relação mais direta e vantajosa com o banqueiro. Apenas em viagens e jantares de luxo em quatro países, o parlamentar teria recebido um &#8220;benefício econômico direto&#8221; de ao menos R$ 468 mil. Além disso, Vorcaro realizava repasses mensais de, no mínimo, R$ 300 mil ao senador ao longo de aproximadamente 20 meses, totalizando ao menos R$ 6 milhões.</strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading">As provas das ligações com Ciro Nogueira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os investigadores, a relação entre Vorcaro e Ciro Nogueira transcende a amizade pessoal e configura uma &#8220;relação funcional e instrumental, estruturada a partir da convergência de interesses ilícitos e orientada pelo benefício mútuo&#8221;. As evidências incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Viagens de luxo pagas pelo banqueiro:</strong> Em janeiro de 2025, Vorcaro bancou R$ 122.112,00 em despesas do senador em dois restaurantes em Courchevel, nos Alpes franceses. Há também registros de gastos com hospedagem e alimentação em Nova York e Paris. O valor total não inclui voos privados, utilizados em ao menos três ocasiões internacionais e duas nos EUA.</li>



<li><strong>Repasses mensais regulares:</strong> A PF identificou transferências mensais de, no mínimo, R$ 300 mil para Ciro Nogueira ao longo de 20 meses, somando mais de R$ 6 milhões.</li>



<li><strong>Atuação legislativa em conjunto:</strong> Conversas de novembro de 2023 mostram Vorcaro determinando a retirada de envelopes na residência do senador contendo minutas de projetos de lei. Os documentos eram levados para revisão em um escritório indicado pelo banqueiro e depois devolvidos a um assessor do gabinete de Nogueira.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Envolvimento de Hugo Motta em evento em Lisboa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também cita o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Em junho de 2024, Vorcaro solicitou a um intermediário que reservasse quartos em um hotel Four Seasons, em Lisboa, para ele próprio, &#8220;Ciro&#8221; e &#8220;Hugo&#8221;. A PF afirma que os nomes se referem aos parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta à publicação da reportagem, Hugo Motta declarou que participou de um &#8220;evento corporativo&#8221; e que tem &#8220;tranquilidade&#8221; sobre o assunto. &#8220;Não via problemas porque é um evento corporativo. Tudo está sendo apurado. Eu sempre fui a favor da transparência&#8221;, afirmou o deputado.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Acesso privilegiado a informações do Banco Central</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A influência de Vorcaro, segundo a PF, chegava ao Banco Central. As investigações mostram que ele obteve informações privilegiadas sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reunião sigilosa entre PF e BC:</strong> Vorcaro soube de um encontro confidencial entre a Polícia Federal e o Banco Central que discutia as investigações sobre o Master.</li>



<li><strong>Vara e juiz responsável:</strong> Ele tinha conhecimento prévio de em qual vara e com qual juiz o caso seria julgado inicialmente, antes de ser transferido para o STF. Quando questionado no Supremo sobre como obteve a informação, Vorcaro mentiu, dizendo que soube pela imprensa. A PF afirma que ele mesmo vazou os dados para um jornalista, que teria recebido dinheiro do banqueiro para publicar informações de seu interesse.</li>



<li><strong>Reação do mercado à &#8220;Emenda Master&#8221;:</strong> Mensagens indicam que um ex-diretor do BC alertou Vorcaro sobre a reação negativa do mercado à proposta de emenda (apresentada por Ciro Nogueira) que elevava o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão — medida que beneficiaria diretamente o modelo de negócios do Banco Master.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento de autoridades e tentativa de influência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório da PF revela ainda que Vorcaro mantinha, desde julho de 2025, um mapeamento detalhado de todas as investigações que poderiam envolvê-lo. Ele monitorava autoridades e agentes públicos para tentar influenciá-los em seu favor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco antes de sua prisão, em novembro de 2025, Vorcaro pediu a um interlocutor que reforçasse com os diretores da PF e da PGR para que seus subordinados não praticassem &#8220;alguma sacanagem&#8221;, sob ameaça de que &#8220;iria tudo pro saco&#8221;.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto: A queda do Banco Master e as investigações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Master, que era um dos maiores bancos médios do Brasil, entrou em colapso em 2025 com um rombo estimado em mais de R$ 5 bilhões. A investigação revelou um esquema de fraudes contábeis, emissão de títulos sem lastro e uso de laranjas para desviar recursos, operando como uma pirâmide financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vorcaro foi preso pela primeira vez em novembro de 2025 e solto dias depois. Em março de 2026, foi novamente detido na Operação Compliance Zero, que apura as fraudes do Master. Ele permanece preso, e seu destino prisional — se permanecer em cela especial na PF ou ser transferido para a Papuda — será decidido pelo ministro André Mendonça após a PGR rejeitar sua delação premiada.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Resumo da notícia</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th class="has-text-align-left" data-align="left">Tema</th><th class="has-text-align-left" data-align="left">Informação</th></tr></thead><tbody><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Assunto principal</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Relatório da PF expõe a rede de influência de Daniel Vorcaro com políticos, incluindo viagens de luxo e repasses milionários a Ciro Nogueira.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Benefícios a Ciro Nogueira</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">R$ 468 mil em viagens (Courchevel, NY, Paris) e repasses mensais de R$ 300 mil por 20 meses (total de R$ 6 milhões).</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Atuação legislativa</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Vorcaro enviava minutas de projetos de lei para Ciro Nogueira e atuava em conjunto na &#8220;Emenda Master&#8221; (FGC).</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Envolvimento de Hugo Motta</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Teve quarto reservado por Vorcaro em Lisboa em 2024; Motta disse que foi &#8220;evento corporativo&#8221;.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Acesso a informações</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Vorcaro sabia de reunião sigilosa PF-BC, tinha informação sobre juiz do caso e foi alertado por ex-diretor do BC sobre reação do mercado.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Tentativa de influência</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Mapeava investigações e tentou contatar diretores da PF e PGR antes da prisão.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Situação de Vorcaro</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Preso desde março de 2026; aguarda decisão sobre transferência para presídio comum.</td></tr></tbody></table></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">O relatório da PF sobre o caso Banco Master é um retrato estarrecedor da promiscuidade entre o poder econômico e o poder político no Brasil. Daniel Vorcaro não era apenas um banqueiro que buscava favores: ele atuava como um operador financeiro de uma rede de influência que envolvia senadores, o presidente da Câmara e até funcionários do Banco Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As revelações colocam em xeque a atuação de Ciro Nogueira e Hugo Motta, que agora precisam explicar publicamente sua relação com o ex-banqueiro. O episódio também levanta suspeitas sobre a independência técnica do Banco Central e a eficácia dos mecanismos de controle do sistema financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sistema de Justiça, o desafio é duplo: punir os responsáveis pelas fraudes bilionárias e, ao mesmo tempo, desmontar a teia de corrupção que permitiu que o Master operasse com tanta liberdade. A decisão do ministro André Mendonça sobre o destino de Vorcaro, e o eventual aprofundamento das investigações sobre os políticos envolvidos, serão os próximos capítulos de um escândalo que promete sacudir Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Eduardo Bolsonaro Condenado pelo STF, Diz que Julgamento Visa &#8220;Tirá-lo das Eleições&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danillo Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:07:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em nota divulgada nesta terça-feira (16), que não reconhece a condenação imposta a ele pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado por unanimidade a 4 anos e 2 meses de prisão em regime inicialmente semiaberto pelo crime de coação &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em nota divulgada nesta terça-feira (16), que não reconhece a condenação imposta a ele pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado por unanimidade a 4 anos e 2 meses de prisão em regime inicialmente semiaberto pelo crime de coação no curso do processo, além de multa de cerca de R$ 150 mil .<br></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="796" height="448" src="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-21.png" alt="" class="wp-image-15487" srcset="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-21.png 796w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-21-300x169.png 300w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-21-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 796px) 100vw, 796px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo, que está nos Estados Unidos desde 2025 e teve o mandato de deputado cassado por faltas, classificou o julgamento como &#8220;sem pé nem cabeça&#8221; e afirmou que seu &#8220;real objetivo&#8221; é &#8220;tirar [seu] nome das eleições&#8221; de 2026 . Ele articulava ser suplente de senador por São Paulo .</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que aconteceu</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A condenação de Eduardo Bolsonaro foi decidida por 4 votos a 0, dos ministros Alexandre de Moraes (relator), Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino . Ele é acusado de articular, junto ao governo do presidente Donald Trump, a aplicação de sanções econômicas contra o Brasil (o &#8220;tarifaço&#8221;) e a suspensão de vistos de ministros do STF . O objetivo, segundo a acusação, era intimidar o Judiciário e interferir no julgamento da &#8220;trama golpista&#8221; que condenou seu pai, Jair Bolsonaro, a 27 anos de prisão .</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A acusação formal:</strong> A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Eduardo por &#8220;coação no curso do processo&#8221;, um crime que se configura quando há grave ameaça contra a atuação da Justiça. Para o relator, a ameaça se materializou na &#8220;articulação e obtenção de sanções&#8221; do governo americano .</li>



<li><strong>O julgamento:</strong> A Primeira Turma do STF julgou a ação penal depois que a denúncia da PGR foi aceita em novembro de 2025 . Como Eduardo não indicou advogados, sua defesa foi feita pela Defensoria Pública da União (DPU) .</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">A defesa de Eduardo e a reação ao veredito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua nota, Eduardo Bolsonaro adotou uma linha de defesa centrada em dois pilares:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Falta de notificação regular:</strong> Ele alega que não foi citado &#8220;na forma da lei&#8221; para responder ao processo. O ex-deputado afirma que reside nos EUA em &#8220;endereço que a imprensa brasileira fez questão de localizar&#8221; e que, portanto, a corte deveria ter usado uma carta rogatória para notificá-lo, em vez da citação por edital que ocorreu . A DPU usou o mesmo argumento para pedir a nulidade da ação, mas o relator, Alexandre de Moraes, rejeitou a preliminar. Ele afirmou que Eduardo &#8220;faz questão de se evadir da Justiça&#8221; e que não pode se beneficiar da própria torpeza .</li>



<li><strong>Crítica à imparcialidade de Moraes:</strong> A defesa da DPU sustentou que o ministro Alexandre de Moraes, como uma das autoridades que teria sido alvo das sanções articuladas por Eduardo, não poderia atuar como relator e juiz do caso, configurando um &#8220;acúmulo atípico de funções&#8221; . O relator, no entanto, rejeitou a tese, afirmando que, no crime de coação, a vítima é a própria administração da Justiça como um todo .</li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto: fuga nos EUA e desdobramentos políticos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo Bolsonaro mudou-se para os Estados Unidos em fevereiro de 2025 e, desde então, perdeu o mandato na Câmara dos Deputados . Enquanto esteve no país, ele se tornou uma figura central na articulação política que aproximou o governo Trump e a oposição brasileira, incluindo seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) .</p>



<p class="wp-block-paragraph">A condenação no STF gera efeitos práticos imediatos. Com a decisão de um órgão colegiado, a notificação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que conste a inelegibilidade de Eduardo é imediata. Assim, ele fica impedido de disputar as eleições pelos próximos 8 anos, o que inviabiliza sua articulação para ser candidato a suplente de senador em 2026 . Ele também perde o cargo de escrivão da Polícia Federal, do qual estava afastado .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da condenação, a execução da pena depende do esgotamento de todos os recursos possíveis. A defesa de Eduardo pode ainda entrar com embargos de declaração no próprio STF após a publicação do acórdão .</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Resumo da notícia</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th class="has-text-align-left" data-align="left">Tema</th><th class="has-text-align-left" data-align="left">Informação</th></tr></thead><tbody><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Condenado</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ex-deputado federal.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Crime</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Coação no curso do processo, por articular sanções dos EUA contra o STF.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Pena</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto e multa de R$ 150 mil .</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Tribunal</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Primeira Turma do STF (votação unânime) .</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Defesa de Eduardo</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Alega falta de notificação legal e parcialidade do relator, Moraes .</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Efeitos imediatos</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Inelegível por 8 anos e perda do cargo de escrivão da PF .</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Próximos passos</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Defesa pode recorrer com embargos de declaração; ainda cabe pedido de extradição se prisão for decretada .</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A condenação de Eduardo Bolsonaro pelo STF, embora unânime no mérito, encontra forte resistência do próprio condenado e da Defensoria Pública . A fala do ex-deputado de que não reconhece a decisão e que ela visa &#8220;tirá-lo das eleições&#8221; ecoa o discurso de parte da oposição que vê no Judiciário um ator político ativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista jurídico, a decisão estabelece um importante precedente sobre os limites da atuação de um parlamentar no exterior. O entendimento dos ministros foi de que &#8220;não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país&#8221; . Apesar de a defesa argumentar suposta parcialidade do relator e falhas na notificação, o colegiado entendeu que os argumentos não eram suficientes para anular o processo, que prossegue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso ainda não está encerrado, pois a defesa tem o direito de recorrer. Resta saber se a condenação se tornará definitiva e se Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos, poderá efetivamente ser preso, caso a decisão seja mantida e o governo brasileiro solicite sua extradição ou inclusão na lista da Interpol .</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ICE dos EUA Prende Ex-Líder do PCC e CV que Tentava Fugir para o México com a Mulher como Refém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Danillo Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia migratória dos Estados Unidos (ICE) anunciou nesta segunda-feira (15) a captura de Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, conhecido como &#8220;Don&#8221;, um ex-chefe das facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O foragido, que tinha uma ordem de captura da Interpol solicitada pelo Brasil, foi preso na Carolina &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A polícia migratória dos Estados Unidos (ICE) anunciou nesta segunda-feira (15) a captura de Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, conhecido como &#8220;Don&#8221;, um ex-chefe das facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). O foragido, que tinha uma ordem de captura da Interpol solicitada pelo Brasil, foi preso na Carolina do Norte após uma perseguição, quando tentava cruzar a fronteira para o México.</strong><br></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="600" src="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-20.png" alt="" class="wp-image-15474" srcset="https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-20.png 1000w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-20-300x180.png 300w, https://minhacapital.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-20-768x461.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com o comunicado do ICE, no momento da abordagem, Dell Aquilla mantinha sua própria esposa como refém dentro do veículo. O caso ocorre em um contexto de endurecimento das políticas migratórias e de combate ao crime organizado nos EUA, que recentemente classificaram as facções brasileiras como organizações terroristas.</strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading">O que aconteceu</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão de &#8220;Don&#8221; ocorreu na cidade de Mooresville, na Carolina do Norte, durante um controle de tráfego. Ao perceber a presença das autoridades, o ex-chefe criminoso tentou fugir, mas perdeu o controle do carro e sofreu um acidente, sendo capturado em seguida.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A perseguição:</strong> Dell Aquilla estava em rota para o México, provavelmente buscando escapar da jurisdição americana. Não está claro há quanto tempo ele estava nos EUA ou se já havia entrado no país antes da designação do PCC e CV como terroristas.</li>



<li><strong>A esposa como refém:</strong> Segundo as autoridades, o criminoso mantinha sua esposa no carro contra a vontade dela. O fato de ele tê-la usado como refém durante a fuga pode agravar sua situação legal nos EUA.</li>



<li><strong>Material apreendido:</strong> Dentro do veículo, a polícia encontrou uma arma de fogo, dinheiro em espécie e diversos celulares. O material será analisado para investigar possíveis conexões com atividades criminosas transnacionais.</li>
</ul>



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<h2 class="wp-block-heading">Principais informações</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quem é &#8220;Don&#8221;:</strong> Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla é um ex-integrante de alta hierarquia do PCC e do CV, duas das maiores facções criminosas do Brasil. Ele era procurado pela Interpol por associação criminosa e extorsão.</li>



<li><strong>A ordem de prisão:</strong> O mandado de captura em aberto foi solicitado pelo Brasil, que agora aguarda os trâmites para solicitar a extradição de Dell Aquilla. A prisão nos EUA pode acelerar o processo de devolução do foragido à Justiça brasileira.</li>



<li><strong>Contexto migratório:</strong> A detenção foi realizada pelo ICE, a agência de imigração e alfândega dos EUA, reforçando a política de rigor no controle de fronteiras e na deportação de estrangeiros com antecedentes criminais.</li>
</ul>



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<h2 class="wp-block-heading">Contexto: A designação terrorista e a nova postura dos EUA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão de Dell Aquilla ocorre menos de um mês depois de os Estados Unidos terem oficialmente designado o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras (FTOs), em 28 de maio de 2026. A medida, que entrou em vigor em 5 de junho, foi tomada unilateralmente pelo governo Trump, contra a vontade explícita do governo brasileiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O pedido negado pelo Brasil:</strong> Em maio de 2025, os EUA já haviam solicitado ao Brasil que classificasse as facções como terroristas, mas o pedido foi rejeitado. Na ocasião, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que as facções não se enquadram na definição constitucional de terrorismo, que exige motivação política, ideológica ou religiosa.</li>



<li><strong>A Lei Antiterrorismo brasileira:</strong> Sancionada em 2016, a lei define terrorismo como atos motivados por &#8220;xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião&#8221;, visando provocar &#8220;terror social ou generalizado&#8221;. Atividades criminosas comuns, como tráfico de drogas e extorsão, não se enquadram nessa definição.</li>



<li><strong>Impacto da designação:</strong> Com a classificação, os EUA podem bloquear bens, proibir transações financeiras e negar entrada no país a membros das facções. A prisão de Dell Aquilla pode ser um dos primeiros desdobramentos práticos dessa nova política, facilitando a detenção de integrantes do PCC e CV em solo americano.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A medida também gerou atrito diplomático entre Washington e Brasília, já que o governo Lula teme que a classificação possa ser usada como pretexto para intervenções militares estrangeiras no Brasil ou para criminalizar movimentos sociais.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com Dell Aquilla sob custódia do ICE, o governo brasileiro deverá formalizar um pedido de extradição para que ele seja julgado no Brasil pelos crimes de associação criminosa e extorsão. O processo pode levar meses, dependendo da tramitação na Justiça americana e de eventuais recursos da defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a prisão pode motivar novas ações do ICE contra outros foragidos brasileiros nos EUA, especialmente agora que PCC e CV estão na lista de organizações terroristas.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Resumo da notícia</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th class="has-text-align-left" data-align="left">Tema</th><th class="has-text-align-left" data-align="left">Informação</th></tr></thead><tbody><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Assunto principal</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">ICE dos EUA prende ex-líder do PCC e CV, Felipe Dell Aquilla (&#8220;Don&#8221;), que tentava fugir para o México com a esposa como refém.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Local</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Mooresville, Carolina do Norte.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Crimes</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Associação criminosa e extorsão (mandado da Interpol solicitado pelo Brasil).</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Circunstâncias</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Perseguição, acidente de carro, esposa refém, apreensão de arma e dinheiro.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Contexto</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Prisão ocorre após EUA classificarem PCC e CV como terroristas (28/05/2026).</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Próximos passos</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Brasil deve solicitar extradição; processo pode levar meses.</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Impacto diplomático</strong></td><td class="has-text-align-left" data-align="left">Caso reacende tensão entre EUA e Brasil sobre designação terrorista.</td></tr></tbody></table></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">A prisão de &#8220;Don&#8221; nos Estados Unidos é um marco no enfrentamento ao crime organizado transnacional, mas também expõe as complexidades da nova geopolítica do combate ao narcotráfico. Para o Brasil, a captura de um foragido de alta periculosidade é uma vitória das autoridades, ainda que o processo de extradição possa ser longo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio, no entanto, não deve ser visto isoladamente. Ele é um subproduto da decisão do governo Trump de classificar PCC e CV como terroristas – uma medida que o Brasil rejeita por razões jurídicas e de soberania. Enquanto os EUA comemoram a captura como um sucesso de sua política migratória e antiterrorismo, o governo Lula vê com preocupação a crescente presença da política americana em assuntos que considera de jurisdição exclusivamente brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desfecho do caso Dell Aquilla – se ele será extraditado ou julgado nos EUA – será um termômetro para o futuro da cooperação judiciária entre os dois países em um momento de relações tensas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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