Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que forças norte-americanas teriam capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa durante uma operação militar na Venezuela no dia 3 de janeiro de 2026, parlamentares, ministros e líderes internacionais se pronunciaram com visões divergentes e intensas, refletindo a dimensão geopolítica e os impactos dessa escalada de tensões entre Washington e Caracas.
1. Reações nos Estados Unidos — apoio e questionamentos jurídicos
Nos Estados Unidos, parlamentares reagiram de formas diversas à operação anunciada. Alguns congressistas republicanos saíram em apoio à ação, considerando-a uma demonstração de forte liderança e esforço para combater regimes acusados de narcotráfico e autoritarismo. Por outro lado, havia membros do Senado que levantaram questões sobre a legalidade constitucional da ofensiva militar, questionando se havia base legal adequada ou autorização explícita do Congresso para um ataque dessa magnitude.
2. Críticas dos governos internacionais — soberania e direito internacional
Diversos países e governos reagiram condenando a ação como uma violação da soberania venezuelana e uma escalada perigosa no cenário regional. A Rússia, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, exigiu esclarecimentos imediatos sobre o paradeiro de Maduro e classificou a operação como inaceitável à luz do direito internacional. Autoridades latino-americanas também demonstraram preocupação com a estabilidade regional e com as implicações de uma intervenção militar direta em um Estado vizinho.
3. Posicionamento de países vizinhos e blocos regionais
Líderes de países da América Latina e de outras partes do mundo expressaram diferentes perspectivas: alguns defenderam a necessidade de respeito à lei internacional e pediram moderação, enquanto outros se mostraram alarmados com o potencial de escalada militar e seus efeitos humanitários. Na região, houve pedidos para que instâncias como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e as Nações Unidas (ONU) se reúnam para discutir a situação e buscar soluções diplomáticas diante da crise.
4. Repercussão diplomática e ação preventiva do Brasil
Antes mesmo da escalada anunciada em janeiro de 2026, representantes diplomáticos do Brasil haviam manifestado preocupação com as ações dos Estados Unidos em relação à Venezuela, ressaltando a necessidade de evitar um conflito militar que pudesse desestabilizar ainda mais a região e gerar impactos diretos na segurança, no fluxo migratório e na economia sul-americana. As declarações enfatizavam a importância de preservar décadas de cooperação e estabilidade no continente.
As manifestações de parlamentares, ministros e líderes internacionais após o anúncio do presidente norte-americano de que Nicolás Maduro teria sido capturado destacam um cenário de profunda polarização política e diplomática. Enquanto alguns veem a ação como um passo firme contra regimes considerados autoritários, outros alertam para riscos de violação de soberania, legalidade constitucional e instabilidade regional.
👉 A situação permanece em evolução, com líderes globais pedindo diálogo, respeito ao direito internacional e soluções diplomáticas para evitar uma escalada militar de grandes proporções.
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